Pretty Nightmare – Capítulo VII [Livro de Terror]

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Capítulo VII – A Descoberta de Um Nome

Um misto de emoções se passava na cabeça de Celeste. Frustração, por esses sonhos horríveis voltarem a acontecer; medo, pela paisagem que viu nos sonhos e dúvida por quem aquela menina poderia ser e o que suas palavras poderiam significar.

— Os pesadelos voltaram ?

— Sim.

— Foram os mesmos?

— Não, dessa vez foram diferentes.

— Diferentes como?

— Havia um outro lugar, uma espécie de mosteiro.

— Mosteiro? – Sebastian ficou intrigado com o que Celeste disse e em seu rosto começava a transparecer um leve tom de raiva.

— Está tudo bem querido? – Celeste ainda estava confusa e mentalmente exausta, mas pôde perceber que algo estava incomodando seu marido

— Sim – Sebastian rapidamente mudou sua expressão facial – esqueça isso amor, vamos tentar voltar a dormir.

— Tá bom.

Celeste tentou voltar a dormir, mas se dormiu por duas horas depois daquele pesadelo, dormiu muito. Os raios do sol já começavam a entrar pela janela, quando Sebastian acordou e percebeu que Celeste não estava na cama.

— Aonde será que ela foi? – Sebastian se questionou aonde sua esposa poderia estar e começou a procura-la pela casa.

— Bom dia querido! – Celeste, apesar de ter dormido pouco, aparentava estar cheia de vigor mesmo ainda sendo tão cedo.

— Bom dia. Por que você está tão animada a essa hora e por que parece que está se preparando para correr?

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— Por que eu estou me preparando para correr.

— Desde quando você se interessa por corrida? –Sebastian pergunta para a esposa realmente surpreso com essa atitude.

— Eu decidi que preciso espairecer um pouco, respirar um pouco de ar fresco e tentar não pensar nesses sonhos horrorosos.

— Celeste, são apenas pesadelos, nada mais. – Sebastian tentava convencer Celeste como um pai que tenta convencer seu filho que não existem monstros debaixo da cama.

— Eu sei querido. Não se preocupe comigo tá bem? Já vou – Celeste disse aquelas palavras para tranquilizar Sebastian, mas na realidade nem ela acreditava no que acabara de dizer.

Celeste começou a correr tentando se distrair de todo o resto do mundo e, por um tempo, funcionou. Ela sentia o vento bater em seu rosto, o suor escorrer por sua pele e isso fazia com que ela se sentisse bem, se sentisse livre. Mas essa liberdade durou pouco. “Deixe essa serva de Deus” “Saia, espírito imundo”

— Não, não. Desapareçam – Celeste dizia para si mesma enquanto acelerava seu passo, ela tentava desesperadamente fugir daquelas vozes.

”Procure o nome, serva do Altíssimo, ele será a chave para a sua vitória’. Celeste corria ainda mais rápido querendo fugir de todos aqueles sons. Ela percorreu uma grande distância até que se deparou com um obstáculo que não teve como desviar.

— Você de novo? – Celeste perguntou para a menininha, que mais uma vez apareceu do nada.

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— Procure o nome Celeste, ele te libertará.

— Cansei dessa sua charada de merda. Me diz logo que raio de nome é esse que eu devo procurar e suma da minha vida de uma vez! – Celeste estava tomada de ódio. Ela não aguentava mais esse mistério.

— Não pare de procurar, pequeno anjo do Altíssimo. Não desista.

— Pequeno Anjo do Altíssimo? Mas por que isso é tão familiar? – Celeste ficou confusa com a forma que a menina lhe chamou.

A familiaridade começou a tomar conta de sua mente, e então, um nome começou a se formar na mente de Celeste, um nome muito importante.

— Você deu o primeiro passo, Celeste. Esse não é o nome que você procura, mas ainda assim é um grande passo. Você etá mais perto da liberdade.

Assim que terminou de falar, a menininha começou a desaparecer. Como se estivesse se desfazendo em pleno ar.

— Espere, espere!

A visão da menininha desaparecendo aterrorizou Celeste e ela finalmente obteve uma resposta, então não poderia ficar por isso mesmo.

— Parabéns, pequeno anjo. A vitória está mais próxima graças a esse passo que você deu hoje.

— Espere, Leocádia! – aquele nome foi proferido por Celeste quase sem ela perceber.

Leocádia. Esse é o nome daquela menina. O nome foi descoberto, pelo menos um deles. Mas agora um novo mistério. Qual a real conexão entre Celeste e Leocádia?

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