Histórias de Terror

Quem que não gosta de algumas boas historias de terror não é mesmo? Com certeza você deve ficar arrepiado só de ouvir falar sobre esse assunto. Claro que não poderia ser diferente, uma vez que muitas lendas, que dão origem a diversas histórias, são famosas por impedir muita gente de conseguir dormir durante a noite. Além disso, existem dezenas delas por todo o mundo.

Cada canto do mundo possui seus próprios contos de terror. Acima de tudo, cada uma possui suas particularidades, capazes de deixar a mais dura das pessoas sentindo frio em toda a espinha.

As Histórias de Terror mais assustadoras do Mundo estão no Mundo Sombrio!

Muitas dessas infinitas Histórias Assustadoras, são contadas a nós por nossos amigos, pais e, pelos melhores para isso, os nossos avós! Estes últimos, são os principais responsáveis por muitos dos sustos e noites mal dormidas por causa do compartilhamento de suas histórias ou lendas de terror. Eu mesmo fui uma dessas crianças. Passei a minha infância escutando histórias assustadoras dos meus parentes mais próximos e acabei me apaixonando por esse tema.

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O que dá origem à uma boa História Assustadora?

Nós sabemos que, todas as histórias de terror, tem por trás dela uma Lenda que vai passando de pai para filho durante muitas gerações. Essas Lendas, podem ou não ser verdadeiras.

As Lendas que dão origem à essas histórias, surgiram a partir de algum momento vivido por um individuo ou por um grupo grande de pessoas como, por exemplo, a Lenda do Pé Grande. Essa lenda conta que, em alguma floresta em algum lugar do mundo, existe uma criatura gigante e peluda que tem um pé gigantesco e amedronta as pessoas de povoados que cercam sua floresta.

Portanto, para se ter um bom conto de terror e que ele dê bastante medo, é necessário que se tenha uma boa Lenda por trás dela, o que fará ela ganhar vida.

As Melhores Histórias de Terror da Internet

Já sabendo de tudo isso, nós do Mundo Sombrio, temos em nosso enorme acervo, as melhores Histórias de Terror baseadas em Lendas e causos do mundo todo e de vários povos diferentes.

O site conta com o maior, mais completo e mais assustador acervo de Histórias de Terror de todo canto do planeta só pra você se deliciar e se arrepiar. Além disso temos também:

  • Histórias de Terror para ler de Madrugada;
  • Histórias de Terror Curtas;
  • Histórias de Terror Longas;
  • Histórias de Terror Reais;
  • Histórias de Terror para Crianças;
  • dentre muitas outras Histórias de Terror.

Autores famosos, iniciantes e anônimos também podem ter seus textos postados aqui no nosso site.

Parece Filme de Terror, mas não é! O nosso conteúdo é maravilhoso para se ler de manhã, de tarde, de noite, mas principalmente, de madrugada! Se você já leu algum dos textos de terror do Mundo Sombrio, leia outro, se ainda não leu, é uma ótima oportunidade para ler e se aterrorizar.

Minicontos de Terror

Aqui no Mundo Sombrio você também encontrará alguns Minicontos de Terror de autores parceiros da nossa marca! Confira um desses Minicontos de Terror abaixo:

Miniconto de Terror: O Andarilho

Eu tinha uns seis anos de idade e acordava todas as noites com passos pesados cruzando o corredor. Toda vez eu me arrepiava. As vezes acordava minha irmã e ela ficava indignada por eu partilhar aquele terror. Em algumas ocasiões eu fugia para o quarto de meus pais. Minha mãe reclamava, dizia que eu era boba, que tinha medo a toa. Passou a trancar a porta e impedir que eu me refugiasse lá. Passei não só a ouvir os passos como sussurros ininteligíveis e pavorosos na madrugada. Apesar da casa ser própria, um dia nos mudamos de lá.

Por conseguinte, anos depois, quando eu me separei de meu companheiro, voltei àquela residência. Achei que. agora que era adulta, não teria medo. No entanto, na primeira noite, ao ouvir os passos, senti o mesmo pavor. Em outras noites, ouvi os sussurros e diferentemente da infância, entendi o que eles diziam: “Caminhe comigo, caminhe”, repetia aquela voz.

Aconselhada por uma amiga, tentei um contato com aquele andarilho. Uma noite, mesmo apavorada, abri a porta do quarto e segui aqueles passos no escuro. Caminhei com ele… E desde então, o andarilho não voltou mais. O problema é que depois disso, não voltei a andar novamente. E mesmo após ter feito várias consultas e exames médicos, não descobriram meu problema.

Jorge Raskolnikov é um autor que faz parte do acervo de Histórias de Terror do Mundo Sombrio

Histórias de Terror Narradas no YouTube

O Mundo Sombrio também está no YouTube. Lá nós disponibilizamos Contos de Terror narrados para você que adora sentir aquele clima de terror no ar. Se liga nos vídeos abaixo!

Não tem mesmo como você querer ficar sem esse conteúdo rico em Histórias de terror que o Mundo Sombrio traz para você.

Confira nosso acervo completo de Histórias e Contos de Terror na categoria do nosso site ou no menu lá em cima!

Confira algumas das Histórias de Terror do Mundo Sombrio

O Berro da Roseira

Eu desejo, fortemente, que tudo o que eu presenciei minutos atrás, seja uma ilusão causada pelo excesso de bebida. Afinal, como tudo aquilo poderia ser real? E cá estou eu,…

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A História de Terror ‘A Velha Pensão’, conta a história de uma família que, durante uma longa viagem pela estrada, resolve parar para descansar em uma pensão velha. O que…

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Dance Comigo Até o Fim

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Dizigóticos

Dizigóticos é uma história assustadora sobre um casal de gêmeos que possuem dons paranormais e espalham o caos, o terror e a destruição por onde passam.

Fantasma da Torre

Quando um relógio em uma torre de uma Catedral em São Paulo falha em sua inauguração, o mecânico responsável tem um fim trágico e os acontecimentos seguintes são devastadores.

Dúvida Cruel [História de Terror]

Essa é uma de muitas Histórias de Terror do acervo do Mundo Sombrio e que foi escrita por Aldo Almeida. Ela faz parte da sua coleção de Contos de Terror.

Um cheiro de grama verde recém-cortada invade os sentidos olfativos dos transeuntes que trafegam pelas calçadas da simpática praça do bairro. O sol incide seus últimos raios em um dia típico de verão. Nas adjacências, crianças sobre rodas de toda sorte de brinquedos, deslizam para todos os lados perseguidas por pais zelosos.

Seguindo por um dos caminhos, está uma mulher que puxa pela mão o menino pré-púbere metido em sua roupa de missa. Curioso, observa atentamente todo o movimento à sua volta: a rua com poucos veículos, a velha sentada no banco com o olhar fixo em algum ponto do chão, cães ladrando para os pombos e o brincar descontraído de um bebê sentado dentro do seu carrinho.

É nesse momento que um estalo eclode dentro de sua máquina de pensar. Do alto de sua maturidade infantil reflete no sentido da vida e todos os seus percalços, a dúvida surgiu como em um repente e a pergunta foi inevitável:

-Mamãe, de onde vem os bebês?

Pega totalmente desprevenida de argumentos, a mãe ruborizada torce o nariz, olha para o filho e nem pensa para responder:

-Olha a boca menino, não vê que estamos em público, em casa a gente conversa.

O menino estremeceu. A última vez que ouviu a frase “em casa gente conversa” ela não conversou, apenas desceu algumas lambadas do cinto de couro do seu pai nas suas costas.

Portanto, chegando ao lar, não fez nenhuma questão de esclarecer sua curiosidade com a sua progenitora. Mas passando os dias, não parava de pensar, se ele mesmo foi um bebê e outros apareceram depois, de onde diabos saem esses pequenos seres babões e chorões? Resolve perguntar ao avô, que mesmo não ouvindo muito bem é esperto e divertido:

-Vovô, de onde vem os bebês?

O velho se abaixa e exibe para a criança o orifício auricular enrugado e coberto de pelos grisalhos.

-Heeiiinn???

O menino sente o asco com a visão, mas insiste em berrar a pergunta mais algumas vezes para se fazer entendido. Quando o idoso entende do que se trata, encarou o neto e disse sorrindo:

-Ora, meu filho, isso é simples, a cegonha traz os bebês no bico.

-Nunca vi nenhum bebê voando com cegonhas por aí. Responde o garoto desconfiado.

-É porque isso acontece de noite, quando você está dormindo. Esclarece o velho.

O menino viu que era inútil discutir com o avô. Sabia que não era isso, mas também percebeu que o ancião não lhe daria mais nenhuma informação.

Com a curiosidade a lhe corroer o cérebro resolve questionar o pai, homem duro e severo que não suporta gracejos, mas como a pergunta é séria pensa em arriscar. Quando chega a noite, na hora em que o chefe da família retorna ao lar depois do trabalho, o menino se aproxima e vai direto ao assunto:

-Papai, de onde vem os bebês?

O homem que ainda afrouxava as botas para descalçá-las, dá um longo suspiro, olha para baixo, coloca ambas as mãos nos ombros do pequeno, olha bem fundo em seus olhos e diz:

-Pergunte à sua mãe.

Como já havia passado por essa etapa e o bom senso lhe advertiu que seria melhor recuar, deixa a questão para o espaço em que todas as respostas são encontradas, na igreja.

Na manhã de domingo, a mãe se surpreende quando seu filho pede para ir à missa, mesmo não habituados à frequência ao espaço sagrado, ninguém se faz de rogado para atender a vontade do garoto. Assim toda a família se veste com esmero e encaminham-se para o local das orações.

É com impaciência que o menino espera o padre enfiar-se no pequeno espaço do confessionário e ignorando todas as regras para ter seu momento de contrição entra no cubículo destinado aos confessantes:

-Perdão, padre, mas não vim confessar.

-E a que vem, meu filho?

-Queria fazer uma pergunta.

-Pode dizer.

-De onde vem os bebês?

-As crianças vem de Deus.

-Mas como elas chegam aqui, de onde aparecem?

-Da essência de Deus, meu filho.

-Tudo bem, mas como aparecem depois no colo da mãe?

-…

-Padre?

-Menino, vá perguntar à sua mãe.

Já pensa em desistir, principalmente devido à coça que levou depois que o padre conversou com sua mãe. Mas como a pergunta pulsa e repercute pelo interior de sua cabeça, busca um último recurso para saciar sua sede de saber. Sua professora certamente não o deixaria perdido no deserto da ignorância.

Na segunda feira, ninguém entendeu a pressa do menino para chegar à escola, geralmente inventava doenças bem criativas para não ser obrigado a sair da cama e vestir o uniforme.

Logo de manhãzinha já estava pronto e bem disposto, quase carregou sua mãe pelo caminho e entra impaciente pelos portões do colégio. Na sala de aula está inquieto, não havia como questionar a professora na frente dos colegas, certamente seria motivo de gozação. Espera então pelo fim do primeiro horário até o intervalo. Quando enfim todos se atiram euforicamente para o corredor ao ouvir o som estridente que indica a hora da recreação livre, o aluno se aproxima da mesa da educadora e sem meias palavras indaga:

-Professora, de onde vem os bebês?

A mestra que está de cabeça baixa fazendo anotações, ergue os olhos por cima das lentes dos óculos redondos e percebe que a pergunta é sincera. Sabe que é sua função fazer aquela cabecinha libertar-se das amarras do senso comum e atingir o conhecimento científico. Assim, ela busca na biblioteca um livro sobre o assunto, chama particularmente o garoto para a sala dos professores e, da maneira mais didática que encontra começa a explicar:

-Olha essa história no livro, é um casal de cachorrinhos. Leia e me pergunte o que não entender.

O livro mostra a história em que uma cadela cruza com um cachorro e acaba tendo uma ninhada. Quando o menino termina de ler a professora esclarece:

-Isso é o que os pais fazem para ter filhos. A mesma coisa aconteceu com a sua mãe e você e seus irmãos nasceram.

O menino tenta não demonstrar perplexidade. Sabe pouco sobre sexo, mas o que sabe nunca o agradou. Pensa ser algo sujo, feito por pessoas sujas e más. Nunca imaginou que sua própria mãe poderia… decide parar de pensar. Agradece então as explanações e permanece calmo até a saída.

Quando sua mãe chega para levá-lo para casa, ele não a beijou como sempre fazia. Caminha com uma expressão aborrecida, na medida em que troca os passos sua mente viaja por um turbilhão de sentimentos, sente-se violado em sua inocência, sua mãe é mais que sua rainha, é um ícone de pureza, translúcida como água. Não pode deixar assim, a raiva toma conta de cada fibra do seu ser. O responsável por macular a santidade de sua mãe vai pagar caro por isso.

Quando entra em casa, vai até o quintal e apanha um machado. Pé ante pé, avança silenciosamente pela porta. Esgueirando-se pelas sombras chega até a sala. Lá está seu alvo, tranquilo repousando sobre a poltrona. O menino junta forças com seu ódio e ergue o pesado machado. A vítima, surpreendida observa sem desconfiar o que se sucederá.

O metal baixa e a lâmina parte um crânio em duas partes. O sangue espirra no rosto do garoto que observa a cena impassível. A mãe entra na sala e solta um grito de horror. Na sua frente seu filho está estático, com um machado ensanguentado nas mãos e sobre a poltrona, no meio de uma mistura de sangue e massa encefálica está o cão da família.

Dúvida cruel, histórias de terror do mundo sombrio
Dúvida Cruel, Histórias de Terror do Mundo Sombrio

E aí, o que você achou dessa História de Terror? Ela é apenas uma do enorme acervo de Histórias de Terror que temos em nosso site. Então, vamos conferir outras Histórias de Terror?

Mas, aqui no Mundo Sombrio, também temos Histórias de Terror bonitas como por exemplo ‘O Balanço’. Leia abaixo:

O Balanço [História de Terror]

‘O Balanço’ faz parte do nosso enorme acervo de histórias de terror e conta a história de uma menina que, logo cedo, perde sua mãe e tem que ir morar com a avó. Até onde o amor pode chegar quando se sente saudade de quem se ama?

Lá no Sul de Minas Gerais, em uma pequena cidade, nasceu uma menina chamada Marcela nos anos de 1950. Ela era muito amada e sua mãe não ficava sem ela, não confiava em ninguém para cuidar da pequena Marcela. Assim sendo, onde ia, carregava a criança, mesmo com ela crescendo cada dia mais.

Assim que Marcela completou um ano, sua mãe passou a sentir dores de cabeça que nunca passavam. Seu esposo a levou a vários médicos e nenhum deles conseguia curá-la. Mesmo porque, naquele tempo era muito difícil, a medicina não era tão avançada como é hoje. Marcela estava com quase dois anos quando um médico diagnosticou sua mãe com um tumor cerebral.

A jovem mãe possuía apenas 26 anos. Sentia que deixaria Marcela e recomendou mil coisas a todos os amigos e parentes. Foi assim que, aos dois anos e quatro meses de Marcela, sua mãe faleceu.

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Muitas pessoas contavam para Marcela que não conseguiam esquecer do sepultamento de sua mãe. Que seu pai chorava com ela no colo e ela olhava sem compreender o que acontecia. Disseram que ela usava um vestido rodado amarelo claro e seus cachos louros balançavam com o vento.

Marcela passou a ser criada pela avó paterna que era católica e não deixava de mandar celebrar missa para alma da nora todos os anos. Porém, no aniversário de 7 anos da órfã, algo ocorreu.

Durante toda madrugada, um som estridente indo e vindo impediu que a avó de Marcela dormisse. Vez ou outra umas gargalhadas acompanhavam os ruídos. Ela olhou por todas as janelas e nada via. No dia seguinte, sua neta veio muito feliz e a abraçou. Era dia de festa, mesmo a pobre idosa não tendo pregado os olhos durante a noite. Foi quando Marcela disse:

– Vó, sonhei que estava no pomar. Havia um balanço na mangueira onde minha mãe me empurrava e ríamos felizes. Ela estava muito bonita. Seus cabelos eram compridos e o vento acalentava aquele momento, fazendo o balanço me levar alto. Até o perfume dela eu sentia…

Sua vó então disse:

– Nossa, sua mãe precisa de oração, vou à igreja encomendar uma missa para a alma dela.

Marcela ficou estranha, sentiu um vazio. Esperava que a avó confirmasse que o sonho tinha sido real. Então, foi para seu quarto e sentiu o mesmo perfume que sentira no sonho. A criança ficou sem entender muito bem e foi ao encontro da avó, puxou-a pela mão e lhe pediu para que fossem até o pomar onde havia o mangueiral.

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Ao chegar lá, ambas ficaram sem palavras por alguns momentos. Lá estava um balanço que nunca existiu e no chão de terra havia passos de um adulto e de uma criança. Ao aproximar-se mais do balanço, em suas correntes estava preso um fio de cabelo longo. A idosa que sempre dizia que morto não volta, diante do que via, preferiu calar-se.

Marcela acredita até hoje que esteve com a mãe. E esta foi a única vez que ela a viu em idade de saber descrevê-la, principalmente com riqueza de detalhes. Foi seu presente de aniversário. Mesmo tentando diversas vezes se reconectar com a mãe novamente, nunca mais conseguiu. Só restando a saudade deste momento de ternura.

Dúvida cruel, histórias de terror do mundo sombrio
Dúvida Cruel, Histórias de Terror do Mundo Sombrio

E então, bora conferir todas as nossas outras Histórias de Terror?