A Máquina Datilográfica

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a máquina datilográfica história de terror

João era um simples jovem de 15 anos de idade que sonhava em ser escritor, morava junto dos seus pais na cidade grande, sempre que tivesse oportunidade ele gostava de fazer o que mais amava, escrever.

Até que certa vez, ele e sua mãe decidiram passar as férias de verão na casa dos avós, João gostava de ir para lá principalmente por causa do seu primo Matheus, que eram amigos desde a primeira infância.

Longe da vista dos adultos, Matheus convidou ao João para brincarem no porão da casa, disse que não havia lugar mais divertido que aquele.

Ao entrar naquele porão pela primeira vez, João ficou surpreso de como as coisas estavam velhas e empoeiradas naquele lugar, havia fotos muito antigas e objetos que não eram mais utilizados atualmente, até que ele viu algo que chamou a sua atenção, uma velha máquina de escrever que estava bem no canto da sala.

Quando o rapaz estava prestes a tocar naquela máquina datilográfica, Matheus disse que sua avó ficaria muito brava se o visse tocando naquele objeto, porém João o acalmou dizendo que não tinha nada de mais em um simples toque, foi então que sua avó também apareceu naquele porão, ela quase bateu feio no João por querer tocar naquela máquina de escrever, ficou tão irritada que disse aos dois que nunca mais entrariam naquele porão de novo, tomando consigo as chaves.

Estranhando muito o comportamento da avó mais cedo, João foi ter com sua mãe a sós e perguntou o que havia de tão errado com aquela máquina datilográfica que deixou sua avó daquele jeito, daí a mãe respondeu que também não sabia, desde criança ela e seus irmãos nunca foram permitidos tocar naquele objeto, sua mãe “a avó de João” Sempre os manteve longe daquela máquina.

Quando anoiteceu e todos foram para a cama, movido de curiosidade João saiu do seu quarto com muita cautela e roubou as chaves do porão, quando finalmente abriu as portas do lugar, ele passou várias horas analisando o que tinha de errado com aquela máquina de escrever, e quando não achou algo incomum, pegou na máquina datilográfica e começou a escrever um conto de terror, em que uma das suas personagens principais era um ser macabro com a cabeça esquelética, era alto e magro, desmembrava as suas vítimas com um machado nas mãos. Porém o que João não sabia, era que aquela máquina datilográfica ouvia as histórias dos seus escritores e dava vida às personagens.

Longe de imaginar o que estava prestes a vir, João voltou ao seu quarto e fingiu que nada havia acontecido, foi então que ele ouviu um grito agudo vindo do banheiro, ele saiu da cama todo preocupado pensando que algum indivíduo ou ladrão tinha invadido a residência.

Mas quando chegou no banheiro, João mal conseguia acreditar no que via, sua mãe também estava aí e não parava de gritar por conta da cena diabólica que testemunhavam, aconteceu que seu primo Matheus estava morto dentro da banheira, seu corpo estava totalmente desmembrado, os braços e pernas haviam sido arrancados cruelmente, os dedos e as tripas flutuavam naquele mar de sangue em volta da banheira.

Ouvindo aqueles estranhos gritos em plena madrugada, sua avó também foi ao banheiro para ver o que se passava, e começou a chorar amargamente ao ver Matheus daquele jeito.

Quando eles estavam prestes a fugir do local, todas as luzes da casa apagaram-se, sobrando uma escuridão apavorante, daí quando João ligou a lanterna do seu celular para saírem, todos ficaram quase sem fôlego ao ver uma criatura demoníaca movendo-se no escuro, ele era alto e magro, sua cabeça era completamente esquelética, segurava um machado sujo de sangue nas mãos.

Fim

Autor: Manuel Salvador S. Maugente

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