TOP 10 Demônios Mais Poderosos da História

O que são Demônios?

Os demônios são seres decaídos que procuram afligir a humanidade e colocar sobre os homens todo tipo de doença, desgraça, infelicidade, etc…

O homem é o alvo principal dos demônios, pois foi criado à imagem e semelhança de Deus e pode externar seus sentimentos.

Os demônios querem ser o homem e obter dois objetivos: afastá-lo de Deus e utilizar o seu corpo para entrar no mundo físico.

O Que a Bíblia Diz Sobre Demônios?

A Bíblia descreve Satanás como o líder dos demônios.

Ele é um anjo expulso do céu. Criado por Deus para uma nobre missão. Foi ungido como “querubim”, sendo o chefe dos demais anjos e tendo acesso à presença de Deus.

Era tão formoso que recebeu o nome de Lúcifer, que significa cheio de luz. Era coberto de pedras preciosas. No brilho das pedras, deixava a sombra de seu resplendor. Mas, formosura e sabedoria, é o que o faziam ser perfeito.

Um dia achou-se iniquidade nele. O orgulho subiu ao seu coração e almejou ser igual a Deus e queria assumir a posição do Criador e tomar o Seu lugar.

Para isso, não teve dificuldades em arranjar um grupo de seguidores entre os demais anjos. Assim, tendo os anjos rebelados e seguidores de Lúcifer, foram banidos para sempre da presença de Deus.

Todo o senso de bondade, amor, paz e benignidade foram deixados de lado para dar lugar ao ódio, bem como maldade e destruição.

Os Demônios existem?

As pessoas dizem que sim. Os demônios são mesmo que “anjos que pecaram”, criaturas espirituais que se rebelaram contra Deus. O primeiro anjo a se tornar um demônio foi Satanás, o Diabo, a quem a Bíblia chama de “governante dos demônios”.

A Bíblia registra uma rebelião de anjos antes do Dilúvio nos dias de Noé:

Os filhos de Deus começaram a notar as filhas dos homens e foram tomar para si esposas, a saber, todas as que escolheram.

Esses anjos maus, abandonaram o céu e se materializaram em corpos humanos a fim de ter relações com as mulheres.

Quando ocorreu o Dilúvio, os anjos rebeldes abandonaram seus corpos humanos e voltaram ao céu.

Mas eles foram expulsos da família de Deus. E, como parte dessa punição, os demônios não podem mais assumir forma humana.

A Origem dos Demônios

Várias explicações têm sido dadas com respeito a origem dos demônios. Alguns sugerem que eles são anjos que seguiram Satanás quando ele se rebelou contra Deus.

Outros opinam que são provenientes das relações sexuais entre os “filhos de Deus” e as filhas dos homens.

Jesus disse que os anjos não se casam, então seria impossível que os “filhos de Deus” mencionados sejam anjos realmente.

Certamente, tal invasão angelical resultaria numa raça inusitada sobre a terra.

Não podemos afirmar com certeza de onde os demônios vieram. Contudo, é certo que existem em vasto número e procuram avidamente por habitação em corpos humanos.

Há quem acredite que os demônios são na verdade os anjos caídos que forma derrotados na queda de Lúcifer.

Seja qual for a origem, sabemos que fazem parte de uma ordem decrescente de autoridade. Sendo o Satanás, a mais alta autoridade, passando pelos seus generais até os seus agentes menores.

Os espíritos malignos só reconhecem Satanás como seu senhor e estão em permanente rebelião contra Deus.

A História dos Demônios

Nesse instante, os demônios passam a fazer parte de uma legião de seres malignos chefiados por um líder supremo.
Em uma dessas batalhas, podemos destacar uma descrição em que Lúcifer e um terço dos anjos são expulsos dos céus. No início do cristianismo, os cristãos acreditavam que o demônio assumia a feição de leões. Assim, a fim de trucidarem os gladiadores nas arenas romanas.

Mas, no século IV, um concílio na cidade de Toledo, descreveu minuciosamente o Diabo. Ele teria chifres, pele preta ou avermelhada, um rabo e teria um tridente.

A partir de então, os relatos sobre experiências demoníacas ganhavam força em uma nova leva de narrativas. Assim, a figura do demônio assumia formas e logo seria portador de uma gênese individualizada.

Em 1215, o Concílio de Latrão determinou que o Diabo e os demônios eram criaturas criadas por Deus. Mas que, por conta de suas opções particulares, preferiram se desviar da autoridade divina.

Ao mesmo tempo em que o Diabo era reconhecido, outras histórias falavam de pessoas que iam para o lado da escuridão.

Segundo pesquisas recentes, a disseminação dos cultos aos demônios surgiram durante o século XIV.
Em alguns países da Europa, a ordem dos Luciferinos pregava a ideia de que o escolhido de Deus era Lúcifer. Isso tudo, por ele ter sido primordialmente designado como “o anjo de luz”.

Na Itália, uma seita chamada “La Vecchia Religione”, fazia missas onde o pão consagrado era dado para ratos e porcos.

Na Idade Moderna, o demônio era acusado de fazer as pessoas pecarem contra a Santa Inquisição. Manuais de exorcismo detalhavam as manifestações e formas de se expulsar o capeta.

E tem mais…

Em vários casos, freiras apareciam tomadas por demônios, gritando várias ofensas contra Deus.
Após o Iluminismo, vemos que a preocupação com o demônio ganha uma ênfase menor. Isso, devido a disseminação das explicações científicas, principalmente no campo médico.

No fim do século XIX, a literatura romântica mudou isso. Ela mostrou um ser que representa a capacidade do homem raciocinar livremente. Um dos exemplos, aparece na obra “O Fausto”, escrito pelo alemão Johann Wolfgang Von Goethe.

No século passado, a relação entre o demônio e o poder de conquistar padrões acabou sendo sistematicamente explorado na criação de boatos sobre artistas e celebridades do campo musical.

Em meio à explosão da comunicação, a demonização de grupos musicais e artistas se transformaram em um caminho certo para a fama, seja ela positiva ou negativa.
Afinal de contas, nada é mais avesso ao diabo que a própria banalização.

Atualmente, a descrença no diabo alimenta um debate entre os pensadores da cultura. Para alguns, crer no diabo é algo fundamental para a sociedade impor limites éticos e morais.

Então, acabar com uma imagem do mal, poderia levar pessoas a ter comportamentos hediondos. No fim das contas, acreditar nas forças malignas não deixa de ser uma forma de reforço às qualidades positivas do indivíduo.

Os 10 Demônios Mais Poderosos da História

1. Asmodeus

Demônios: Asmodeus
Demônios: Asmodeus

Um dos sete anjos do inferno abaixo somente de Lúcifer. É o demônio representante do pecado da Luxúria.
Sua origem difere muito conforme o povo. Alguns veem como um anjo caído. Mas, alguns escritos judaicos indicam Asmodeus como o “Rei Esquecido de Sodoma”.

Nesse conto Asmodeus é visto como o homem mais impuro já nascido, e aquele que guiou Sodoma à luxúria.

Alguns teólogos consideram a destruição de Sodoma como meio de matar Asmodeus, e não como prelúdio do Dilúvio. Já no livro deuterocanônico de Tobias, é citado como o assassino dos noivos de Sara.

Deus envia o Arcanjo Rafael para guiar Tobias, encontrar Sara e prender o demônio nos mais altos picos. Depois de completar sua missão, o Arcanjo cura Tobit, pai de Tobias, e retorna para a Corte celeste.

2. Astaroth

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Astaroth

Notoriamente conhecido como o “Grão-Duque do Inferno”.

É um demônio representado como um homem nu com asas, mãos e pés de dragão. Possui também um segundo par de asas mais abaixo e levando uma coroa. Segura uma serpente com uma mão e cavalga sobre um lobo.

Versões medievais indicam-no como um enorme cavaleiro negro, montado em um Escorpião. É um demônio de primeira hierarquia que seduz por meio da beleza e da vaidade.

Inspira aos matemáticos, artesãos, pintores e outros artistas liberais. Pode dar invisibilidade aos homens. Conduz os homens a tesouros escondidos que tenham sido enterrados por feitiços de magos. Ele contesta qualquer pergunta feita em forma de letras e números em várias línguas.

3. Azazel

azazel

É líder dos anjos caídos que fornicaram com mulheres e deram a luz uma raça de gigantes, conhecida como Nephilim. Ele ensinou os homens como fabricar armas de guerra e as mulheres o ocultismos e o uso de cosméticos.

4. Behemoth

Demônios: Behemoth
Demônios: Behemoth

Também conhecido Bégimo. Ele tem origem hebraica e características metamórficas. Muito poderoso e capaz de assumir a forma de um animal, como um elefante monstruoso. Embora muitos o relacionam a um hipopótamo, leão e até a um touro gigante de três chifres.

5. Beelzebub

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Mais conhecido como Belzebu. Seu nome deriva etimologicamente do “Baal Zvuv”, que significa o mesmo que “O Senhor das Moscas”. Ele é o príncipe dos demônios, segundo a tradição cristã. Ele tem muitos nomes, dependendo das diferentes manifestações do mal.

6. Bilis

Demônio antigo à procura de almas dos homens que praticam sexualidade livre. Ele também está representando o elemento Terra e se completa com a tríade Satanás, Lúcifer e Leviatã.

7. Cimeries

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Também conhecido pelo nome de Cimejes, Cimeies, ou Kima, é um Marquês do Inferno. Descrito como um grande guerreiro, montando um cavalo preto e escoltado por 20 legiões demoníacas. Ele também é o governante de todos os espíritos africanos.

8. Damballa

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Damballa

Esta divindade demoníaca e primitiva, deriva das origens do Voodoo africano. Se move lentamente e furtivamente, mas é capaz de ser extremamente veloz. Especula-se que a palavra “zumbi” vem da palavra “Nzambi”, referindo-se a este demônio.

Inclusive, esse é o mesmo invocado nos rituais Voodoo da franquia ‘Brinquedo Assassino’. Porém, esse ritual tem o intuito de ressucitar o boneco Chucky e sua “família”.

9. Mormo

É um demônio derivado de um espírito da antiga cultura grega, que castigava as crianças desobedientes. Além disso, era consorte de Hécate, a deusa grega do submundo da bruxaria. Também conhecido como “Matador de Ghouls”.

10. Lúcifer

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Lúcifer

Significa o mesmo que “o que leva a luz“. Representando ao portador de luz, o planeta Vênus, ou Estrela D’Alva, que é visível antes do alvorecer. Provém duma raiz que significa “brilhar”.

Já na Igreja Católica, de acordo com São Jerônimo, Lúcifer era o nome do principal anjo caído. Seu nome em hebraico, helel, é derivado do verbo lamentar, pois ele lamenta a sua queda e a perda do seu brilho.

Esta visão prevaleceu entre os Padres da Igreja. De forma que Lúcifer não fosse o nome próprio do diabo, mas apenas o seu estado anterior à queda.

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