Enfermeiras e Suas Histórias de Fantasmas [COLETÂNEA]

Enfermeiras e Suas Histórias de Fantasmas [COLETÂNEA] mundo sombrio

Quantas enfermeiras noturnas você conheceu que juraram que, em um momento ou outro, viram ou ouviram algo sobrenatural que não pode ser explicado durante seus turnos?

Como profissionais de saúde que lidam com a vida e a morte regularmente, os enfermeiros naturalmente iriam contemplar questões sobre a alma humana — para onde ela vai depois que o paciente partiu? As almas dos mortos podem permanecer e tocar os vivos?

Se você acredita ou não em fantasmas, você certamente ouvirá muitas histórias de fantasmas que as enfermeiras contam que aconteceram durante seus anos de trabalho. Aqui estão algumas dessas histórias encontradas pela internet.

Histórias de Fantasmas que as Enfermeiras Contam

1. Não deixe que eles me levem

Uma enfermeira disse que uma noite ela foi realocada para a ala de oncologia no hospital onde ela costumava trabalhar. Então ela recebeu uma paciente que estava falecendo e estava inconsciente há vários dias.

Em certo momento durante a noite, a enfermeira entrou no quarto . A paciente estava no topo da cama, olhou para ela e disse:

— Não deixe que eles me levem!

A enfermeira ficou assustada e perguntou à paciente quem que ia levá-la e ela respondeu apontando para o ar:

— Aquela coisa preta lá em cima.

Depois de poucos minutos, a paciente veio a óbito.

2. O Mistério da Cadeira

Eu estava trabalhando no turno da noite (23h30 às 7h30) em uma unidade de cuidados paliativos residenciais de nove leitos. O prédio era bastante novo e estava aberto há vários anos.

Uma noite, eu estava sentado na estação de enfermagem. Por volta das 3 da manhã, meu colega saiu para fazer uma pausa, me deixando sozinho. Todos os pacientes estavam dormindo, e não havia visitas durante a noite.

De repente, ouvi um barulho alto que não consegui explicar. Eu coloquei minha cabeça para fora da porta do escritório e olhei para baixo do corredor em direção às salas dos pacientes. Pensei que talvez alguém tivesse acordado. Eu vi que não havia nada e virei na outra direção, em direção à área de recepção.

Lá, eu vi algo estranho. Em uma sala vazia, a cadeira do escritório se movia de um lado para o outro como se alguém tivesse acabado de sair dela rapidamente. O lugar ficou em silêncio — apenas o leve ruído da cadeira enquanto ela se movia de um lado para o outro. Eu me levantei e vi a cadeira se mover mais devagar e mais devagar até que finalmente parou. Então, eu senti. O ar ao meu redor mudou e eu podia senti-lo na minha pele.

Eu não ouvia nenhum barulho vindo das salas dos pacientes, nem de onde meu colega estava descansando. Não havia janelas abertas ou ventiladores ligados. Eu até verifiquei se alguma coisa tinha caído de alguma prateleira que pode ter batido na cadeira para fazê-la se mover. Não encontrei nada. Foi um terremoto? Um tremor? Um caminhão passando? Olhei em volta para todas as outras cadeiras e elas estavam paradas.

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Admito que fiquei assustado. Não havia nada que pudesse ter feito a cadeira se mover do jeito que ela estava se mexendo.

Quando penso naquela noite, ainda me sinto engraçado. Fico imaginando se alguém que faleceu naquela instalação tinha voltado para nos ver. Em cuidados paliativos e hospitalares, sabemos que nossos pacientes morrerão.

É nosso trabalho ajudá-los a passar pela fase de morrer com o mínimo de dor e desconforto possível. A morte não nos intimida nem nos assusta. A morte faz parte da vida. Mas o que são os fantasmas?

3. Chamando do Túmulo

Tínhamos um paciente que estava sempre apertando o botão de chamada. Você conhece o tipo. As enfermeiras têm que se revezar durante o turno atendendo o botão de chamada para que o primário possa realmente fazer outro trabalho.

Trabalho das 19h às 7h. Ele morreu por volta das 20h. O olhar em seu rosto que dizia tipo: “Como você pode me deixar morrer!” Como se a culpa fosse nossa. De qualquer forma, a família veio e saiu às 21h e a funerária levou ele às 21h30. Por volta das 22h, o botão de chamada começa a disparar. Eu estava lá, o botão de chamada disparava a cada 5 minutos.

Uma das enfermeiras era uma garota muito espiritual. Por volta das 2h, depois de 4 HORAS DISSO, a enfermeira Mary grita: “Chega!”

Ela desce e praticamente grita para a sala vazia:

— Sr. X, você morreu. Você não pode mais estar aqui nos incomodando. Siga em frente. Em nome de Jesus, estou exorcizando você deste plano de existência. Vá para a luz e seja feliz!

E eu não brinco com você, o botão de chamada parou de chamar naquele mesmo instante.

4. Hora de Morrer

Não sei se isso se qualifica como uma história de fantasmas, mas aqui vai. Eu estava cuidando de uma garota de 12 anos com anemia aplástica. Uma semana antes de morrer, todos os dias, às 12:15, eu tinha um calafrio na parte de trás do meu pescoço e o cabelo se eriçava.

Eu mencionei isso para a enfermeira da noite, que estava convencida de que a garotinha logo morreria. Vários dias depois, seus pais decidiram parar todo o tratamento. Ela entrou em coma. Ao meio-dia, ela acordou; pediu-me para segurá-la; disse adeus aos seus pais, avós e irmãos; e morreu em meus braços. Eram 12h15.

5. O Retorno de Betty

Eu trabalho como CNA em cuidados de longo prazo. Tínhamos uma residente, “Betty”, que era totalmente independente. Todas as ADLs foram feitas sozinhas e ela se saiu bem sozinha, nunca teve um incidente. A única vez que ela queria ajuda era na hora de dar banho, mas ela só queria você por perto para ter certeza que ela não escorregasse e caísse.

Betty teve pneumonia e teve que ser hospitalizada. Quando ela voltou, ela estava muito fraca para fazer as coisas sozinha, mas era muito teimosa para pedir ajuda.

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A última coisa que o CNA disse a ela antes de ir para a cama foi :”Se você quiser se levantar, aperte a luz da chamada. Eu vou ajudá-la.

Claro que ela não escutou. Se livrou do alarme da cama e na hora de sair dela, caiu. Betty morreu da queda. A cama dela ficou vazia desde então.

Na semana seguinte, a luz de chamada para o quarto disparou à noite. Pensando que era a internada da cama B eu andei pelo quarto para ver o que ela queria. Entrei no quarto só para ver a luz de chamada para a cama B e A desligadas, a luz de chamada era para a cama C, a cama ocupada por Betty antes de ela morrer.

Meus olhos se encheram de lágrimas, saí da sala e fiz outra pessoa ir desligar a luz da chamada.

6. Não me deixe morrer

Isso é mais uma possessão do que uma história de fantasmas. Eu estava ajudando outra enfermeira com um paciente que tinha vivido uma vida muito difícil. Ele tinha várias coisas acontecendo com ele, desde insuficiência cardíaca até renal.

Este homem tinha muito medo de morrer. Toda vez que seu monitor cardíaco aptava, ele entrava em fúria gritando:

— Não me deixe morrer! Não me deixe morrer!

Então a outra enfermeira e eu descobrimos por que ele não queria morrer.

Cerca de 2h da manhã seu monitor cardíaco começou a alarmar V-Tach. Nós duas corremos para o quarto e eu puxando o carrinho atrás de mim. Quando eu cheguei ao quarto, a outra enfermeira estava completamente branca. O homem estava sentado cerca de 2 polegadas acima da cama e estava rindo. Todo o visual dele mudou completamente.

Seus olhos tinham um olhar de puro mal e ele tinha um sorriso maligno no rosto. Ele riu de nós e disse:

— Você não vai me deixar morrer, vai? — e ele riu de novo.

Estávamos meio congeladas.

Eu me levantei e apertei o botão de Código Azul e quando eu fiz o homem entrou em V-fib (Fibrilação Ventricular). Ele bateu de volta na cama. Começamos os procedimentos de reanimação, mas depois de 20 minutos ele morreu.

Várias pessoas da equipe de emergência estavam limpando a sala quando o defunto se sentou na cama e disse:

— Você o deixou morrer. Que pena! — e então começou a rir.

Após isso, ele deitou novamente.

Ouvimos um grito horrível e agonizante (na verdade todos os pacientes da unidade naquela noite comentaram sobre o grito), e então você conseguia ouvir “não me deixe morrer” sendo sussurrado por toda a unidade. Todas as enfermeiras daquela noite estavam pálidas e assustadas. Ninguém foi a lugar nenhum sozinho.

Pela manhã, os sussurros de “não me deixe morrer” tinham sumido. As enfermeiras do turno da noite fizeram orações na sala de descanso antes de irmos para casa, mas mesmo assim, ainda tivemos pesadelos com o acontecido que duraram semanas.

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