A Maldição do Túmulo de Johnny Frank Garrett

A Maldição do Túmulo de Johnny Frank Garrett mundo sombrio

No Halloween de 1983, em Amarillo, Texas, a irmã Tadea Benz, uma freira de 76 anos, foi brutalmente estuprada, assassinada e mutilada após a morte por um sujeito desconhecido. Deixada para trás na cena do crime havia uma quantidade esmagadora de evidências.

Testemunhas viram um homem de pele escura escondido atrás de algumas árvores perto da cena do crime, um convento, na hora do assassinato, mas a polícia de Amarillo não tinha suspeitos para prender. Os moradores de Amarillo ficaram horrorizados e pressionaram muito a polícia para prender alguém e foi isso que eles fizeram.

Vivendo perto da cena do crime estava Johnny Frank Garrett, 17 anos, com deficiência mental severa e com histórico de violência intermitente. Desesperada para acalmar a população, a polícia bateu os ferros em Johnny e o levou para a delegacia onde, por horas, ninguém tem certeza do que aconteceu lá.

A Johnny foi nomeado um advogado incompetente que, baseado em nada, pediu a ele e sua família que jogassem a toalha e se preparassem para o pior. Garrett teve sua incriminação fabricada pela polícia. Ele foi pressionado a assinar uma confissão cheia de detalhes inconsistentes com a cena do crime que ele não escreveu, as evidências que poderiam tê-lo inocentado desapareceram.

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Johnny Frank Garrett

Em um caso turbulento, Garrett foi julgado, condenado e sentenciado à morte por injeção letal o mais rápido possível. Tudo isso foi facilitado por um departamento de polícia corrupto que o enquadrou com um tipo assustador de eficiência que sugeria que eles tinham feito isso antes e provavelmente fariam isso novamente.

O sistema legal no Texas foi cúmplice no caso e garantiu que essa configuração fosse bem feita através do sistema judicial do Texas. Ao longo de nove longos anos, Garrett recorreu de seu caso, mas acabou na ponta de uma agulha na câmara da morte de uma prisão do Texas.

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Suas últimas palavras foram:

“Eu gostaria de agradecer à minha família por me amar e cuidar de mim. E o resto do mundo pode beijar minha bunda.”

Anos mais tarde, surgiriam evidências que inocentariam Garrett dos crimes que ele foi acusado e provaria conclusivamente que o verdadeiro assassino era um refugiado cubano com antecedentes criminais em Cuba que incluía estupro e assassinato. Essa pessoa até foi interrogada pelo homicídio de Amarillo na época do acontecido.

Sistertadea
Irmã Tadea Benz

Uma das últimas coisas feitas por Garrett antes de sua morte foi emitir uma carta ao Estado e à mídia, esclarecendo suas fraudes e, naquela carta, ele amaldiçoou todos eles. Não em um sentido figurado, mas ele nomeou nomes e alegou que todos pagariam muito caro pelo que estavam fazendo.

E eles receberam!

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Esta é a carta de maldição que Johnny Frank Garrett escreveu em seu leito de morte antes de ser executado por um crime que ele não cometeu.

– A jurada Novella Summner caiu de um lance de escadas e morreu alguns dias depois por complicações.

– A filha do jurado Nathan Shackelford morreu com um tiro acidental na cabeça. A irmã dele foi atropelada e morta por um motorista bêbado.

– O advogado do Julgamento de Garrett, Bill Kolius, morreu de câncer no pâncreas.

– O primeiro advogado de apelação de Garrett, Bruce Sadler, e o juiz Sam Kaiser contraíram a mesma forma de leucemia. Kaiser morreu depois de inicialmente ser curado. Sua medula óssea saudável (coletada em caso de recidiva) inexplicavelmente desapareceu do hospital.

– Jimmy Don Boydston contraiu leucemia e morreu.

– O policial Walt Yerger também morreu de leucemia.

– A repórter da NBC Cathy Jones morreu em um acidente de avião em Oklahoma enquanto cobria uma matéria.

– O médico legista Ralph Erdemann foi condenado por vários crimes por falsificar relatórios de autópsia. Sua licença médica foi revogada e ele foi enviado para a prisão. Sua esposa morreu de câncer no pâncreas.

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– Eugene “Heavy Duty” Patterson foi encontrado morto em seu veículo. A causa da morte nunca foi determinada.

– Watley, um delator da prisão que testemunhou contra Garrett por uma pena reduzida, cometeu suicídio.

– Carol Moore, professora de Garrett que testemunhou contra ele no julgamento, também cometeu suicídio.

– O promotor Danny Hill também cometeu suicídio. Sua filha se enforcou alguns anos depois.

– Um dos muitos advogados de apelação de Garrett, Jeff Blackburn perdeu sua esposa quando ela cometeu suicídio. Seu filho foi acidentalmente trancado dentro de um carro quente em Houston e está permanentemente com o cérebro danificado.

– Ann Richards contraiu câncer duas vezes e finalmente sucumbiu ao câncer no esôfago.

Será que essa é a mão fria da justiça vinda do túmulo de Johnny Frank Garrett? Será esse um túmulo, uma morte verdadeiramente amaldiçoada? Você decide.

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